Prefácio


Prefácio

Tocar trompete é simples. Tudo que você precisa é um sistema respiratório, uma língua e três dedos
Dr. Charles R. Meyer

Ao escrever esse pequeno livro, não pretendi esgotar todos os etcéteras da prática do trompete. Minha intenção foi estabelecer certo panorama do tipo de atividade na qual os músicos sérios desse instrumento estão envolvidos.

Estou ciente que esse assunto é um campo minado por polêmicas e escolas de pensamento muitas vezes divergentes – cada tópico proposto é como abrir a caixa de Pandora. Procurei, entretanto, me ater aos assuntos essenciais enfatizados pelos decanos reconhecidos pela maioria dos mestres do trompete. Afastei-me tanto quanto possível de discussões contraproducentes. Muitos métodos enfatizam princípios puramente musicais, se atendo ao estudo do som, interpretação e conhecimento do repertório típico, se afastando do aspecto físico da prática. Há os que enfatizam demais questões físicas como embocadura, respiração, equipamento etc. e não leva em conta o aspecto artístico. Procurei não pender para um dos lados da dicotomia.

Tenho certeza que, lendo esse texto, o calouro pode vislumbrar o caminho central da prática do trompete, esquivando-se das veredas das confusões e mitos com respeito a esse instrumento e construir uma postura mais séria e eficiente para sua prática. O músico mais experiente, por outro lado, terá clareza mental do processo por qual passa para progredir ainda mais na sua arte.

Abdalan da Gama

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